Com certeza você deve ter essa duvida, ou já teve. Então resolvi explicar brevemente o que é cada um desses formato.

FULL 
Estes são os jogos completos em formato original aos que foi lançado, a única modificação que pode ter nesses FULL é a presença, o acréscimo, do CRACK.

RIP 
São jogos modificados para que o tamanho baixe bruscamente, facilitando a vida das pessoas que querem baixar tal game o mais rápido possível, ou até mesmo para aqueles que não possuem uma internet muito rápida e tem que esperar muito para baixar um jogo full. Os jogos Rip foram modificados para ficarem menores, possivelmente foi retirado vídeos de entrada, vídeos da história do jogo (de enredo), foi feito alguma coisa que possibilitou a redução do tamanho do jogo.

FullRIP 
É o jogo original mais o CRACK que foram compactados bruscamente para ficar o menor possível, possibilitando o download rápido, em alguns caso o jogo não precisa ser instalado só descompactado ou feito a instalação tipo FullRIP (que é uma instalação diferente das normais).

Repack 
É quase o mesmo que FullRIP, porém além deles virem bem compactados como os FullRIP, os Repack conta com a presença de um INSTALADOR, facilitando a vida de quem faz o download dos jogos. Mas muitas vezes você poderá encontrar como FullRIP um Repack.


Apenas algumas horas após o Twitter anunciar que alteraria seu sistema de autenticação, o controverso Kim Dotcom apareceu afirmando que o sistema de verificação em dois passos é uma criação sua. Uma criação bastante velha, diga-se de passagem: a patente data de 1997. Além do Twitter, o empresário também atacou Google e Facebook, já que ambos utilizam o mesmo padrão.

“Eu nunca os processei”, afirma ele. “Eu acredito no compartilhamento de ideias e conhecimento para o bem da sociedade. Mas eu posso processá-los agora, tendo em vista o que os EUA fizeram comigo.” Entretanto, quem estivesse esperando apenas um novo processo por infração de propriedade intelectual provavelmente não conhece o criador do igualmente controverso Megaupload.

De fato, após fazer a ameaça velada — e um tanto quanto sem vigor —, Dotcom insinua uma “chantagem” baseada em algo semelhante à boa vontade. “Google, Facebook, Twitter, eu peço a ajuda de vocês”, continua ele via Twitter. “Estamos todos no mesmo barco da DMCA [Lei de Direitos Autorais do Milênio Digital]. Utilizem a minha patente à vontade. Mas, por favor, me ajudem a financiar a minha defesa.”.

Dotcom enfrenta uma série de processos por conta de quebra de direitos autorais no finado Megaupload — o qual simplesmente deu lugar ao atual Mega. Entre outras inconveniências, a ocasião provocou a extradição do empresário dos EUA — processo que ainda levou um verdadeiro carregamento de carros importados com placas personalizadas.


O Kaspersky Lab divulgou um relatório sobre seu monitoramento de ameaças do mundo virtual. Entre os dados, um número surpreendente é a fatia do total de malwares mobile que foram desenvolvidos para atacar smartphones Android. São cerca de 99% de todos os vírus detectados pela empresa feitos para smartphones e tablets.

Os dados são referentes apenas ao primeiro trimestre do ano e todo esse cenário pode mudar com o lançamento de novidades no mercado ou o descobrimento de falhas de segurança em determinados sistemas operacionais. Ainda assim, fica mais evidente que utilizar um antivírus no smartphone também é necessário.

Dentre os malwares encontrados pela empresa, 63% deles tentam invadir o sistema de SMS dos aparelhos para tentar confirmar assinaturas de serviços e desviar dinheiro de clientes sem que a operadora desconfie.

Além da contagem, o Kaspersky Lab também rastreou a origem dessas ameças. 25% deles chegaram à internet pelo território dos EUA, 19% proveniente da Rússia e 14% da Holanda.


Professor de design de jogos do Senac do Rio de Janeiro, Renan Reis resolveu criar um game com ex-alunos envolvendo uma das criaturas mais popularidades da atualidade, o zumbi, e um dos gêneros mais famosos dos games, o tiro em primeira pessoa (FPS). Conhecedor de ambos os temas e capaz de identificar os pontos positivos e negativos de títulos atuais, ele agora desenvolve um título próprio – e o resultado você confere no vídeo acima.

You Are Surrounded (“Você está cercado”, em português) é um projeto para iOS e Android que coloca você em meio a um apocalipse zumbi com o objetivo de atirar na maior quantidade de mortos-vivos que conseguir – além de sobreviver, claro. 

   

O jogo utiliza a realidade virtual para fugir dos esquemas tradicionais de jogabilidade: você visualiza o cenário em 360° ao girar o gadget para a esquerda ou para a direita, como se estivesse mesmo olhando para os lados. Mover o aparelho para cima e para baixo ajudar na hora de mirar a arma. Para completar, efeitos sonoros (como batimentos cardíacos) deixam o jogador mais tenso e ambientado no universo do game.

O projeto está no site de crowdfunding Indiegogo e busca US$ 72 mil para começar o projeto e entregar o game em sua forma mais básica. Para colaborar, é só clicar aqui.


Recentemente, o grupo hacker que se autodenomina como Anonymous começou uma campanha no Twitter para alertar sobre as condições sub-humanas dos prisioneiros que estão em Guantánamo. Através de postagens e hashtags, os integrantes começaram a mobilizar diversas pessoas e chegaram a anunciar um possível ataque.

Por conta disso, o exército dos Estados Unidos preferiu desativar a rede WiFi disponível na prisão, de forma que os hackers não pudessem acessar o banco de dados do local ou acabassem interferindo de qualquer outra maneira no funcionamento da penitenciária. Desse modo, Guantánamo passou a última segunda-feira totalmente offline.

De acordo com os protestos do grupo Anonymous, há centenas de prisioneiros que vivem em condições que ferem os direitos humanos — inclusive, há detentos que possivelmente estão passando fome. Além disso, essa não é a primeira vez que o pessoal de Guantánamo passa por problemas com a internet, já que, no mês passado, uma grande quantidade de documentos digitais simplesmente sumiu.


Conforme anúncio da companhia, agora é chegada a vez dos criadores de jogos para celular desfrutarem da licença livre para utilização do motor de jogos Unity em seus projetos. A confirmação veio do CEO da empresa, David Helgason: não haverá mais a taxa de US$ 800 (aproximadamente R$ 1.630) para as versões de Android e iOS da engine. Quanto ao BlackBerry 10 e ao Windows Phone 8, ficou a promessa de que opções igualmente gratuitas devem surgir “durante os próximos meses”.

Helgason também reafirmou os propósitos iniciais da Unity Technologies. Qual seja, o de levar a “democratização dos jogos a um ponto nunca antes visto”. Ele reforça também que as novas opções são, de fato, inteiramente livres — sem relações de dependência, sem royalties e sem taxas —, sem qualquer tipo de restrição à busca de lucros por parte dos desenvolvedores. Naturalmente, todas as cobranças se mantêm para desenvolvedoras de maior porte.

Por fim, para quem acabou pagando pela licença pouco antes da liberação, Helgason promete que haverá um informe oficial dentro de duas semanas, com ofertas para descontos em futuras aquisições.


Após a conferência Google I/O, o diretor de comércio e monetização do Google Play, Ibrahim Elbouchikhi, confirmou que a loja de aplicativos tem registrado um aumento anual de 700% em compras realizadas internamente nos aplicativos – um dos métodos preferidos de captação de recursos utilizados pelos jogos free-to-play.

O diretor de game business do Google Play, Bob Meese, comentou em seguida que não há necessidade de que todos os jogos sigam o modelo, mas é necessário reconhecer que os valores demonstram uma forte tendência do mercado em adotá-lo.


Um pesquisador sul-coreano diz ter descoberto uma relação entre a trama dos jogos e a temperatura da placa de vídeo de um computador – e isso também afetaria de alguma forma o corpo do jogador. A ideia veio de Dong Wong Cho, professor na Coreia do Sul.

Segundo seus estudos mais recentes, Cho garante que jogos com uma temática considerada violenta fazem as placas de vídeo aquecerem mais do que com outros games, emitindo assim mais ondas de rádio. Estas ondas, por sua vez, seriam prejudiciais ao corpo humano após o contato prolongado.

Cho aponta que uma placa de vídeo conta com uma temperatura média de 36 ºC quando não é usada para jogos e que, supostamente, aumentaria para 45 ºC durante um jogo de corrida. No entanto, quando um jogo “violento” é iniciado, a placa teria sua temperatura elevada para 57 ºC.

O site coreano Inven publicou os estudos e ainda ressaltou que a renderização de vídeos em alta definição, por exemplo, seria capaz de fazer a temperatura de uma placa de vídeo subir para cerca de 80 ºC, observando ainda que designers e editores de vídeo passam, em geral, muito mais tempo próximo aos equipamentos do que a maior parte dos gamers – até hoje, nenhum problema foi percebido pela ciência.


A LG apresentou um painel OLED flexível e inquebrável durante o SID, evento anual do segmento de telas e displays que acontece na cidade de Vancouver, no Canadá. A empresa já havia revelado no mês passado as primeiras TVs OLED com tela curva de 55 polegadas.

O display apresentado pela empresa sul-coreana tem tela de 5 polegadas e foi criado tendo como objetivo equipar as telas de smartphones, phablets e tablets. A empresa confirmou ainda que haverá displays TFT em versões de 5 e 7 polegadas. Entretanto, ainda não há previsão de quando a nova tecnologia será aplicada em algum produto da companhia.